Núcleo epidemiológico realiza Levantamento Rápido de Índices para Aedes Aegypti em Governador Nunes Freire

A Prefeitura Municipal de Governador Nunes Freire, por meio do núcleo epidemiológico, iniciou nesta segunda-feira, 22, o Levantamento Rápido de Índices para Aedes Aegypti (LIRAa) para vigilância entomológica do Aedes Aegypti no Brasil, da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, como parte da metodologia para avaliação dos índices de breteau e predial e tipo de recipientes.

O objetivo do levantamento é nortear as ações de combate contra o mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika e promover comunicação e mobilização, por meio de ampla divulgação dos resultados na mídia.

A ação acontece entre os dias 22 à 26 de fevereiro e conta com dez agentes de endemias, sendo um supervisor de área e percorrem os bairros da cidade.

Para o chefe do núcleo de endemias, Antonilson Mesquita, o método de amostragem tem como objetivo o conhecimento de indicadores entomológicos de forma rápida e oportuna. “Nele conseguimos observar os índices de infestação predial, o índice de densidade nos criadouros inspecionados e quais são os criadouros predominantes”, explicou.

Antonilson destaca que divulgar os resultados é uma importante ferramenta para obter o apoio das ações de enfrentamento do problema no município.

“Os focos do mosquito, na grande maioria, são encontrados dentro de casa, quintais e jardins. Daí a importância das famílias não esquecerem que o dever de casa, no combate, é permanente”, disse.

O que é o LirAa?

O Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), como descrito em seu nome, foi idealizado com vistas ao monitoramento da população e dispersão do vetor da dengue.

A partir do levantamento, realizado pelos Agentes de Controle de Endemias, é feita uma classificação de risco, proposta pelo Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Controle da Dengue: abaixo de 1% da quantidade de imóveis com larvas, é considerado satisfatório; entre 1 e 3,9%, em alerta; e acima de 3,9%, em risco para ocorrência de epidemia.

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